Super Bock Arena recebe prémio de melhor projeto privado de engenharia! Mais uma obra da Lucios premiada.

O Jornal CONSTRUIR promoveu, uma vez mais, a grande festa da fileira da Construção com a entrega dos Prémios CONSTRUIR 2019 às empresas e obras que mais se destacaram no último ano nas áreas da Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário.

Pelo palco do Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações (Lisboa) passaram os distinguidos com os troféus que, pelo 12º ano consecutivo, reconhecem o mérito, a ousadia, a audácia e a mais-valia técnica de quem trabalha para confirmar a excelência dos trabalhos construídos.

in Prémios Construir 2019 | 13-11-2019

Espanhola Catalonia Hotels & Resorts abre Hotel no Porto

A cadeia hoteleira espanhola Catalonia Hotels & Resorts  vai iniciar operações em Portugal em 2020, através da abertura de uma unidade no Porto. O negócio surge na sequência de uma parceria com a construtora Lucios, especialista em reabilitações urbanas.

O projecto representa um investimento de 14 milhões de euros da Catalonia Hotels & Resorts, que inclui, entre outros serviços, a aquisição de cinco imóveis da zona histórica do Porto (propriedade da Lucios) e trabalhos de reabilitação. As obras vão durar entre 18 a 24 meses, prevendo-se a inauguração em 2020.

Em comunicado, a construtora explica que se trata de uma nova estratégica da empresa para o sector imobiliário, com a introdução de um novo modelo de negócios assente em projectos “chave na mão”. Através deste conceito, a construtora portuguesa assegura todo o processo imobiliário, desde a aquisição do imóvel, a execução do projeto, licenciamento, construção, assessoria e consultoria.

De acordo com Filipe Azevedo, administrador da Lucios, “esta nova estratégia permite-nos adaptar às novas exigências do mercado, que regista atualmente uma grande procura por investidores estrangeiros. Através da conceção destes projetos chave na mão, podemos entregar ao cliente um serviço com valor acrescentado, garantindo, em simultâneo, que a sua entrada no mercado português é sustentável. O nosso objetivo é que esta nova área totalize 40% do volume de negócios da Lucios”.

Para Federico Holzmann, director de Expensão da Catalonia Hotels & Resorts, “esta operação confirma a entrada da marca no nosso país vizinho, uma ambição antiga, onde continuamos à procura de novas oportunidades quer no Porto como em Lisboa. Ambas as cidades são destino de elevado interesse turístico e com um enorme potencial de rentabilidade, pelo que não poderiam estar fora da nossa actual política de expansão internacional”.

In Publituris

Porto estreia-se no maior evento imobiliário europeu.

A Câmara do Porto participa pela primeira vez como expositor na Expo Real, a maior feira imobiliária da Europa, que se realiza entre 7 e 9 de outubro, em Munique, na Alemanha.
Naquela que constitui uma “montra” de excelência a cidade apresenta-se aos milhares de participantes como um polo de investimento estratégico para os diferentes players dos setores de atividade associados à cadeia imobiliária, aqui representados.
Dada a atratividade deste Forum, o município estará representado pelo pelouro do Urbanismo e pelo pelouro da Economia, Turismo e Comércio, acompanhado também de algumas empresas ligadas ao setor, tais como CCA Law Firm, CIVILRIA, Lucios, PLMJ, Predibisa, Sonae Capital, Telles e VPM.
Na estreia do Porto neste certame, destaca-se o debate “Porto – A New Investment Opportunity”, já no dia 7, pelas 15 horas. Trata-se de uma conversa em torno das oportunidades que a cidade pode proporcionar aos investidores e que reúne o vereador da Economia, Turismo e Comércio, Ricardo Valente; a diretora associada da Predibisa, Ana Jordão; a partner da CCA Law Firm, Maria Santa Martha, e o diretor geral da Lucios Real Estate, Hugo Lima.

in porto.pt/online
http://www.porto.pt/noticias/porto-estreia-se-no-maior-evento-imobiliario-europeu

Antiga fábrica de conservas dá lugar a apartamentos em Matosinhos Sul.

60% dos apartamentos que vão nascer na antiga conserveira de Matosinhos já estão reservados. O investimento neste “edifício para salvaguarda” é de €20 milhões. Depois de fechar portas, em meados do século XX, a conserveira foi utilizada para atividades de lazer e chegou a receber um bowling que encerrou há alguns anos. Agora, puxada pela expansão do mercado imobiliário e da procura em Matosinhos, ganha vida nova como condomínio fechado com 76 frações habitacionais, jardim interior e estabelecimento comercial.

A área de construção deste projeto, assinado pela Mofase — Arquitetura e Engenharia, de Vítor Seabra, soma 14 mil metros quadrados. O promotor é a Desafios Geniais II, que junta a Lucios Real Estate, investidores particulares e empresas. O conceito combina 66 apartamentos nas tipologias T1 a T4, dos 56 m2 aos 193 m2 , com dez moradias T2 e T3 duplex, dos 117 m2 aos 144 m2 . Tudo, a pensar num público- -alvo dominado por “jovens famílias cosmopolitas, para dar resposta às necessidades do movimento de urbanização de Matosinhos sul”, comenta Ondina Machado, diretora de Marketing e Vendas da Lucios, que também assume a construção do empreendimento Litoral Living.

In Expresso | 23-09-2019

A decoração e o ambiente como expressão de um estilo de vida

Essenza e Montevideu Six Villas são dois projectos com características únicas. De forma a conseguir captar e reflectir a sua filosofia e envolvente, Paulo Lobo teve um papel muito importante através da escolha da decoração e do mobiliário. Ainda que com espaços muito diferentes, a tendência actual de “chic and basic”, onde o detalhe se mistura com a simplicidade, esteve sempre presente .

Com larga experiência ao nível da decoração de espaços públicos, o designer de interiores portuense Paulo Lobo, falou à TRAÇO sobre o desafio que foi a execução de dois projetos de interiores para dois empreendimentos de referência.

in revista Traço

“Estamos numa fase otimista para o setor, com o investimento a aumentar”

Em entrevista ao idealista/news, o CEO da Lucios, Filipe Azevedo, considera que se vive uma fase otimista para o setor imobiliário, tendo em conta que o investimento nos centros históricos de Porto e Lisboa continua a aumentar. Apesar de o peso dos empreendimentos de promoção e hotelaria ter aumentado nos últimos anos, a Lucios Engenharia e Construção continua a ser a empresa do grupo com maior destaque.

A Lucios Engenharia tem em curso várias obras de construção. Quais destaca? Pela importância para a cidade e, arrisco dizer, para o país, destacamos o Super Bock Arena e o Mercado do Bolhão, ambas no Porto. São obras de grande mestria de engenharia e construção, mas são sobretudo infraestruturas com grande valor. É um privilégio e uma grande responsabilidade assegurar a reabilitação e a nova vida destes dois edifícios. No caso do Palácio Cristal Super Bock Arena é possível saber mais pormenores sobre a data de conclusão das obras e a abertura ao público? De acordo com notícia difundida recentemente pela Câmara Municipal do Porto, a obra estará concluída em setembro deste ano. O novo Super Bock Arena terá capacidade para acolher cerca de oito mil pessoas em eventos culturais, desportivos e empresariais de grandes dimensões. A apresentação pública está a ser preparada e em breve serão divulgados todos os pormenores.

Qual o peso que a componente de construção e engenharia tem atualmente no grupo Azevedo’s? Há 75 anos que no grupo Azevedo´s estamos atentos aos novos desafios do mercado, apostando em novas áreas de negócio. É com base neste pressuposto que temos vindo a diversificar a nossa área de atuação, assegurando toda a cadeia de valor dos nossos projetos e das nossas obras. A completar as áreas da construção e reabilitação, surge uma nova área de negócio, a Lucios Real Estate, onde temos os projetos imobiliários, projetos chave-na-mão e as concessões. Oferecemos também uma vasta gama de materiais de construção e decoração com as marcas Padimat design + Technic e Water Evolution. Também a Livingdam, que surge em 2008, possibilitou ao grupo posicionar-se na linha da frente da inovação. Atualmente a Lucios, Engenharia e Construção continua a ser a empresa do grupo com maior destaque, beneficiando de uma notoriedade que conquistou, mantendo sempre a capacidade de se reinventar e adaptar às necessidades do mercado. Foi assim que manteve o seu posicionamento no sector da construção civil e conquistou lugar de referência em novas áreas de negócio.

Como se encontra a atividade no mercado internacional? A Lucios já opera na Argélia e Moçambique e tem assinalado um aumento da importância e dos trabalhos nestes dois países, o que nos leva a apostar na equipa além-fronteiras. Atualmente contamos com quase 100 trabalhadores a representar a Lucios internacionalmente. Quais os principais obstáculos desenvolvimento da atividade de construção? Felizmente nos últimos anos temos tido mais motivos para sorrir. Normalmente, os entraves com que nos debatemos são, claramente, a recessão e a falta de investimento, mas, também, os processos de licenciamento e formalidades necessárias que atrasam muitas vezes o decurso das obras. O emprego na construção apresentou os valores mais elevados dos últimos seis anos o que espelha o crescimento do setor, mas que por sua vez se reflete num aumento de falta de mão-de-obra qualificada constituindo um entrave no desenvolvimento da atividade. O emprego na construção apresentou os valores mais elevados dos últimos seis anos o que espelha o crescimento do setor.

Há aspetos que melhoraram nos últimos anos? Ainda assim, estamos numa fase otimista para o setor, o investimento nos centros históricos de Porto e Lisboa continua a aumentar, privilegiando claramente o segmento de reabilitação e, paralelamente, a procura por habitações de construção nova também cresceu. Tudo bons indicadores. As expetativas da Lucios para este ano são de aumento de atividade? No último ano, o volume de faturação da Lucios atingiu os 60M€. A previsão para 2019 é de superar este número, chegando aos 80M€.

“Obras a bom ritmo” e festa no Mercado do Bolhão

São mais de cem os homens que, em permanência, estão a trabalhar nas obras de restauro do Mercado do Bolhão, no Porto, numa altura em que decorrem as fases mais complexas da obra. Após a demolição total do interior do edifício, os trabalhos voltam-se para o reforço da estrutura e para a construção do piso subterrâneo onde vai nascer o parque de estacionamento. Depois de amanhã, dia em que se assinala um ano da abertura do Mercado Temporário do Bolhão, no Centro Comercial La Vie, o dia será de festa. Mas, no histórico edifício para onde os comerciantes anseiam voltar, as obras não param. E a estabilização do edifício, “que envolve a reconstrução de muitas das fundações originais”, continua a ser “uma das principais preocupações”, como descreveu Filipe Azevedo, administrador da empresa Lucios Engenharia e Construção. Um processo complexo que conta com “uma equipa de geólogos a acompanhar todo o processo”, para assegurar “que o edifício se mantém estável e seguro”.

Para reforçar as fundações do histórico edificio, estão a ser aplicadas mais de 1220 micro estacas, “através da perfuração do solo e injeção de cimento, perfis metálicos e varões de aço”.

In Jornal de Notícias | 30-04-2019

Dois dos quatro projetos que vão mudar o Porto têm assinatura Lucios

Um Bolhão do século XXI As portas do Mercado do Bolhão só reabrem em 2020, mas já se sabe que o restauro e modernização do emblemático mercado de frescos da cidade exige a estabilização do edifício, que se encontrava em risco, o que significa, por exemplo, a aplicação de 1220 microestacas para reforço de fundações. Aqui, depois da demolição do interior, o lema é levar a autenticidade do Bolhão até ao século XXI, numa estrutura com ligação direta ao metro, considerada fundamental na multifuncionalidade da cidade e na atração de uma nova geração para este tipo de atividade comercial. Tudo a pensar nos turistas, mas também na criação de mais um atrativo para quem mora no centro. A empreitada de reabilitação, a cargo da Lucios e da ACA, tem um orçamento de €22 milhões, mas o custo total do projeto passa os €30 milhões.

O SUPER BOCK ARENA — PAVILHÃO ROSA MOTA PROMETE GERAR UMA NOVA CENTRALIDADE ENTRE A BOAVISTA E A BAIXA PORTUENSE

Rosa Mota, promete reabrir de cara lavada este verão, depois de um investimento de €8 milhões do Círculo de Cristal SA, que junta a Lucios e a PEV Entertainment, vencedores do concurso público internacional lançado pela Câmara Municipal para a reabilitação e gestão do espaço por um período de 20 anos. Pronto a transformar-se em função de cada evento e a receber 8 mil pessoas, o projeto permitir deixar o recinto às escuras, através de um mecanismo que fecha as aberturas circulares na cúpula do Pavilhão. Se tudo correr como foi planeado no papel, poderá, também, gerar uma nova centralidade entre a Boavista e a Baixa, aproveitando a passagem da nova Linha Rosa do Metro do Porto mesmo à porta, lá para 2023. Com uma extensão de 2,5 quilómetros para ligar a Casa da Música aos Aliados, num investimento de €175 milhões, a Linha Rosa poderá tirar mais de 9 mil carros do centro da cidade e é apresentada como uma obra essencial para consolidar a oferta de transportes públicos.

Rebatizado como Super Bock Arena — Pavilhão Rosa Mota, promete reabrir de cara lavada este verão, depois de um investimento de €8 milhões do Círculo de Cristal SA, que junta a Lucios e a PEV Entertainment, vencedores do concurso público internacional lançado pela Câmara Municipal para a reabilitação e gestão do espaço por um período de 20 anos. Pronto a transformar-se em função de cada evento e a receber 8 mil pessoas, o projeto permitir deixar o recinto às escuras, através de um mecanismo que fecha as aberturas circulares na cúpula do Pavilhão. Se tudo correr como foi planeado no papel, poderá, também, gerar uma nova centralidade entre a Boavista e a Baixa, aproveitando a passagem da nova Linha Rosa do Metro do Porto mesmo à porta, lá para 2023. Com uma extensão de 2,5 quilómetros para ligar a Casa da Música aos Aliados, num investimento de €175 milhões, a Linha Rosa poderá tirar mais de 9 mil carros do centro da cidade e é apresentada como uma obra essencial para consolidar a oferta de transportes públicos.

In Expresso – Economia | 06-04-2019